13288248_1376164489065664_339673004_oNo CRIA  são diariamente desenvolvidas actividades físicas com os nossos utentes.
O desporto visto como um bem estar bio-psico-social permite, além do desenvolvimento físico-motor, aumentar a capacidade de resposta aos mais variados estímulos do dia-a-dia.
As actividades físicas desenvolvidas no CAO (Centro de Actividades Ocupacionais) são exercícios que permitem desenvolver e estimular a manipulação de objectos, perícia, deslocamentos, equilíbrios, jogos lúdicos e pré-desportivos e natação.
Relativamente à Formação Profissional as actividades desenvolvidas englobam: futebol, basquetebol, ginástica, natação, voleibol, atletismo, entre outros.
Ao longo do ano são ainda realizados intercâmbios com outras Instituições tais como: provas de atletismo (estafetas, corridas de velocidade e salto em comprimento), encontro de jogos tradicionais e psico-motores, torneios de futsal e futebol de rua, concursos de dança, circuito de “gingas”, entre outros.
“O desporto é para todos…” e mesmo uma pessoa com necessidades especiais e, especialmente para essas pessoas, deve ser encarado como uma mais valia que permite desenvolver capacidades e executar movimentos que podem fazer a diferença entre o ser dependente e o ser totalmente dependente, entre o andar e o não andar, isto sem nunca esquecer a partilha social na interacção com o outro, que os faz partilharem sentimentos de união e cooperação.
A pessoa com deficiência não é um caso só dos outros, mas sim um caso que pode ser de qualquer um de nós e até porque ninguém está livre de também um dia vir a ser uma pessoa com deficiência.
Um sentido de desporto em si mesmo não existe: decorre das valorações que ligam as pessoas ao desporto.
Não é o desporto em si mesmo que deve ser fomentado e recomendado, mas sim o desporto que permite sentido individual, que enriquece o estilo de vida de cada um.
“O desporto desempenha funções fundamentais: é uma ilha essencial de actividade (re) criativa, uma reserva de acção, de vivência e experiência pessoais, não substituíveis por acções simbólicas, porque viver não é substituível por reflexões sobre a vida”. (Lenk, 1983).